Sou nutricionista pós graduada em nutrição esportiva e estética, mãe, esposa e, acima de tudo, uma mulher que se apaixonou por viver o processo de emagrecimento ao lado de outras mulheres. Nessa jornada, descobri o quanto conhecer verdadeiramente o interior de cada paciente — sua rotina, frustrações, objetivos e sonhos — faz toda a diferença nos resultados. Hoje, entendo que o emagrecimento é apenas o reflexo de uma combinação entre técnicas científicas, autoconhecimento e um acompanhamento leve e personalizado. Meu maior propósito é te ajudar a se reencontrar com a sua melhor versão — não só no corpo, mas na confiança, no bem-estar e na qualidade de vida que toda mulher merece.
Uma pesquisa do departamento de psiquiatria da Universidade de Melbourne, na Austrália, analisou 2,2 mil adolescentes. Do grupo, 42% das meninas faziam dieta e para os meninos o índice era de 12%. Segundo a análise, a exposição dessas pessoas à dieta e restrição alimentar (como reduzir a ingestão de carboidratos, contar calorias e pular refeições) aumentou em 18 vezes a chance de desenvolver um transtorno alimentar.
Um estudo publicado em 2022 feito pelo departamento de Saúde Mental Comunitária, da Universidade de Haifa, em Israel, apontou a relação entre a restrição alimentar e desejo por comida e emoções negativas. A pesquisa observou 123 pacientes e percebeu que quanto mais exposta a restrição, mais sujeita a pessoa estava a sentimentos como desejo por comida, fome, emoções negativas.
O acompanhamento é 100% online e feito para quem: